Miss Mundo Chile 2025, Ignacia Fernández, explica como se tornou cantora de metal

Ignacia Fernández ganhou fama mundial na seminal do concurso Miss Mundo Chile 2025, quando surpreendeu os jurados ao apresentar uma música de sua banda de death metal. A modelo de 28 anos é vocalista do conjunto Decessus.

Por sua beleza e originalidade, a jovem acabou sendo coroada Miss Mundo Chile 2025. A final do concurso de beleza aconteceu no dia 09 de novembro. Com esta conquista, Ignacia vai representar o Chile na 73º edição do Miss Mundo, evento que irá rolar em setembro de 2026.

Durante recente entrevista ao site finlandês Chaoszine, Ignacia Fernández explicou como se tornou cantora de metal.

“Desde muito jovem, sempre amei música – todo tipo de música. Em casa, meus pais ouviam os mais variados gêneros. Eu gostava de todos eles, mas meu interesse especial era pelo rock. No entanto, à medida que fui crescendo, senti a necessidade de ouvir músicas mais pesadas.

Então, por volta dos onze anos, descobri o System of a Down, por exemplo. Aí comecei a ouvir um som mais pesado. E antes do System of a Down, descobri o Guns N’ Roses, que também era rock, mas tinha um pouco mais de energia em comparação com o que meu pai costumava ouvir na maior parte do tempo”.

“Então, depois de descobri o System of a Down, comecei a procurar mais música pesada, até ouvir pela primeira vez vocais com distorção, como os vocais de death metal. Na verdade, foi com o Epica”, lembrou a modelo. “O guitarrista, Mark Jansen, faz vocais guturais, e fiquei muito impressionada”.

Ela continuou: “Eu realmente adorei o som, mas nunca me passou pela cabeça que eu também poderia produzi-lo. Eu era muito jovem. Sei lá. Vi um cara fazendo aquilo e pensei: ‘Que demais’. Mas nunca imaginei que eu também pudesse fazer isso.

Com 11 ou 12 anos, vi um vídeo do Arch Enemy tocando Nemesis ao vivo no Japão. Foi a primeira vez que vi uma mulher cantando death metal e fiquei realmente impressionada, muito impressionada mesmo. E, desde então, pensei: ‘É isso que eu quero fazer'”.

“Eu sempre quis trabalhar com música. Eu nunca soube que tipo de música ou o que fazer exatamente – tipo tocar um instrumento ou algo assim. Nunca tive um instrumento em casa; isso não fazia parte do meu dia a dia. Então, eu nunca soube o que queria fazer, mas sabia que era algo ligado à música. E, quando ouvi pela primeira vez uma mulher cantando death metal daquele jeito, pensei: ‘É isso que eu quero fazer'”, completou a artista.

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