Roger Waters é um indivíduo que tem um certo magnetismo para confusões. O artista inglês está sempre se metendo em alguma treta por falas ofensivas a políticos e colegas de profissão. Ele já arrumou briga com a família Osbourne, David Gilmour (Pink Floyd), David Draiman (Disturbed), Thom Yorke (Radiohead), Phil Collins (Genesis), entre muitas outras pessoas.
Em entrevista para o podcast Due Dissidence, o ex-integrante do Pink Floyd mirou suas críticas aos colegas do Rolling Stones, Paul McCartney e Bob Dylan, já que seguem em turnês ao redor do globo, contudo, não são ativistas, tampouco falam sobre os problemas humanitários que assolam os quatro cantos do mundo.
Quem mais sofreu com as críticas foi Mick Jagger, visto que Waters disparou: “Mick está interessado em seu físico, em seu saldo bancário e que se dane o resto. Ele sempre teve um apetite sexual voraz. Mas não quero ser um crítico dos colegas artistas”.
Seguindo na posição ofensiva, Roger apontou sua reflexão para pessoas que querem se tornar pop stars com milhões de pessoas as adulando, no entanto, não têm empatia por quem está sofrendo.
“Algum psicólogo ou antropólogo irá abordar no futuro o caso de gente que quer formar grupos e tocar na frente de milhares de pessoas só para se mostrarem. Essa gente dificilmente vai desenvolver o lado empático da sua natureza e se importar com pessoas pobres ou vítimas de genocídio, porque estão ocupadas demais pensando no quão f*das elas são. Deve ser bem estranho para elas. Deve ser estranho envelhecer tendo a sensação de que nada está acontecendo”.
