O documentário Sons de São Paulo, que está disponível pelo GloboPlay, tem o objetivo de mostrar a origem e a trajetória dos gêneros musicais na Grande São Paulo. No episódio que foi ao ar no dia 21 de maio, o líder e guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt, teceu alguns comentários sobre as cenas rock e metal.
Em parte do conteúdo, o músico traçou as principais diferenças entre o punk, rock progressivo e heavy metal. Ele também apontou as principais características do metal.
“Nos anos 70, o rock se dividiu assim muito claramente no movimento punk, que era o ‘do it yourself’ [faça você mesmo]”, explicou Rafael. “Pega a guitarra e faz de maneira despojada, mas dando voz a uma parte da sociedade. E o rock progressivo, que era a erudição dentro do rock”.
Ele continuou com sua análise: “O heavy metal, eu acho que nasce no meio disso, porque ele é despojado, ele é provocador, ele tem a agressividade pra provocar, pra incomodar um pouco, mas tem a erudição”.
“É uma música que se curte, como ela é muito intensa, você acaba balançando a cabeça, por isso o termo headbanger. Não é uma música pra você dançar bonitinho. Ela é uma música pra realmente agitar, porque ela é muito elétrica e também eletrizante”, completou o guitarrista.
Em sua conta oficial no Instagram, o Angra compartilhou o trecho do documentário em que Rafael Bittencourt faz as suas elucidações. Veja:
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