Se foi o tem em que a maioria dos artistas que entravam em estúdio, independentemente do estilo musical, tinham talento. Nos tempos atuais, o mercado fonográfico mostra mais sedimento e lá no meio encontramos uma e outra pedra preciosa. Portanto, tem que ter tempo e paciência para encontrar, mas as gemas existem.
Em conversa com a Spin Magazine, a vocalista Courtney LaPlante (Spiritbox) jogou a real sobre como o dinheiro e a falta de talento andam juntos na indústria da música.
“Nós lançamos músicas todos os anos, o que não é típico para o nosso gênero. Nenhuma empresa investiu dinheiro em nós a ponto de nos dizer quando ou que tipo de música devemos lançar. Não nos sentimos pressionados a tomar decisões financeiras importantes, o que é realmente libertador.
Quando eu comecei na música, não era legal se importar. E eu me importo muito. Me importo que você tenha uma experiência incrível no meu show. Me importo com o meu próprio orgulho de estarmos tocando bem e de sermos uma banda unida”.
LaPlante completou sua reflexão: “Se tivéssemos crescido ricos, provavelmente já estaríamos em turnê em estádios […] Mas não temos o charme e o exagero das verdadeiras estrelas do rock de antigamente. Atingimos o máximo da nossa capacidade de produção sonora e do que as pessoas querem ouvir de nossa música. Elas querem ouvir autenticidade, performances reais, bateria de verdade e guitarra sem edição”.
O mais novo álbum do Spiritbox é Tsunami Sea, que saiu em 07 de março de 2025 pela Pale Chord and Rise. O trabalho musical teve a produção de Dan Braunstein e Mike Stringer, mixagem de Zakk Cervini e masterização de Ted Jensen.