Sonia Anubis diz que a Crypta é a banda mais profissional que já trabalhou

Depois do caso da banda Dogma, a líder e guitarrista da Cobra Spell, Sonia Anubis, por meio de uma sessão de perguntas e respostas nas redes sociais, contou que sofreu abuso do empresário da Burning Witches, banda suíça que integrou por um breve período de tempo antes de tocar com a Crypta, conjunto brasileiro.

Aproveitando o gancho um internauta a questionou sobre como foi a experiência de trabalhar com a banda brasileira, que tem em sua formação Fernanda Lira (vocal e baixo), Luana Dametto (bateria) e Tainá Bergamaschi (guitarra).

“Crypa é a banda mais profissional que já tive a honra de trabalhar”, contou Sonia. “Elas trabalham duro, são inspiradoras e extremamente talentosas”.

A musicista holandesa de 27 anos, cujo nome de batismo é Sonia Núria Carolina Nusselder Fontes de Albornoz, aproveitou o momento para esclarecer o motivo que a levou deixar o grupo após o lançamento do debute Echoes of the Soul, em 2021.

“Deixei a banda porque não estava pronta! Meu passado com a Burning Witches me deixou muito destruída. Então, eu não tinha como me comprometer com a posição de guitarrista principal. Eu estava com medo de me machucar de novo e só me senti segura na minha própria banda, Cobra Spell”.

Ela completou: “Sou extremamente orgulhosa em ser uma das fundadoras da banda e ter feito parte do álbum de estreia. Por favor, apoiem essas mulheres para sempre. Eu gostaria de ter continuado, mas isso não estava escritos nas estrelas”.

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