Pink Floyd: 5 maravilhosos solos de David Gilmour

Poucos guitarristas têm o luxo de serem reconhecidos já na primeira nota que sai de seu instrumento! Poucos têm um DNA musical que é facilmente percebido por quase todos os seguidores! Um desses raros casos é o aniversariante de hoje, David Gilmour, 77 anos, frontman do Pink Floyd, que possui um timbre tão característico e tão pessoal, que é, praticamente, impossível passar incólume ao seu som.

Separamos cinco, apenas cinco, solos que são alguns dos pontos altos da prolifica carreira de Gilmour. A dica é aumentar o som e prestar atenção na aula, pois o professor é um dos melhores.

Wish You Were Here – Pink Floyd (1975)

O solo intimista da introdução da canção é a mais pura elegância e sutileza! As notas se acomodam nos dedos de David de forma primorosa. O solo é breve, mas magistral e prova o quão cuidadoso o músico é ao escolher as notas certeiras para cada canção.

On The Turning Away – Pink Floyd (1987)

O solo de On The Turning Away é como uma contação de história! Parece que o solo te pega pela mão e te leva a uma outra dimensão e te mostra belezas que seriam incompreendidas por uma descrição em palavras. Permita-se embarcar nessa viagem ao lado de Gilmour!

Sorrow – Pink Floyd (1987) 

Baseada na poderosa nota Mi, que é o ponto de conforto para a maioria dos guitarristas! O solo na introdução de Sorrow é econômico, ou seja, não há aquela saraivada de notas jogadas ao vento. David só lançou mão realmente do necessário, no entanto, é um trecho musical carregado de muito poder e imponência.

Shine On You Crazy Diamond – Pink Floyd (1975)

É uma obviedade, mas é preciso falar sem medo de ser redundante ou supérfluo: Os solos de Gilmour são repletos de emoção e sentimento. Não há nada fora de esquadro, tudo é perfeitamente interligado. O solo presente na introdução Shine On You Crazy Diamond é um dos inúmeros exemplos de tal fato. As resolução e dinâmicas surpreendem e dão uma breve noção da grandeza criativa do músico.

Comfortably Numb – Pink Floyd (1979)

Alguns solos são como uma composição dentro da própria composição, e esse é o caso dos dois solos de Comfortably Numb! Com bends de um tom e meio tom executados de forma caprichadíssima, os solos roubam o protagonismo na canção e provam a genialidade interpretativa de Gilmour. Como sempre, sem excessos, apenas o fundamental para que a música reluza como um diamante.

8 comentários em “Pink Floyd: 5 maravilhosos solos de David Gilmour”

  1. Para quem realmente conhece os solos de David Guilmo, faltou o mais incrível deles no Álbum “Animals” música” Sheep”, coloca aos 15 dessa faixa. . Sem falar que o álbum inteiro é um solo de quase 50 minutos. Sheep sozinha tem quase 30 min.

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    • Sim é um Album incrível. Sheep tem 10′, Dogs é a maior música de com 17’…
      A lista é pequena para o talento de Gilmor, para mim faltou o solo de Time e Fat Old Sun.

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    • A música mais longa do Animals é Dogs. Sheeps tem “apenas” 10 minutos. E se for Dogs, a música tem uns solos marcantes.
      Mas os caras colocaram Sorrow e O The Turning Away, duas menos conhecidas por serem da fase pós Roger Waters e deixam de fora Time e High Hopes.

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