Fleshgod Apocalypse E Wolfheart Farão Show Em Porto Alegre

Dois novos nomes de destaque no metal europeu têm data para tocar em Porto Alegre pela primeira vez: Fleshgod Apocalypse (Itália) e Wolfheart (Finlândia).

Apresentando uma mistura de sonoridades extremas com música clássica e ambientações, os dois grupos fazem show no Art & Tattoo Club (Av. Independência, 936 — ex-Beco) em 03 de maio, sexta-feira, às 20h.

Fleshgod Apocalypse & Wolfheart Em Porto Alegre

Local: Art & Tattoo Club (Av. Independência, 936 — ex-Beco)
Classificação etária: 16 anos
Quando: Sexta-feira, 3 de maio, às 20h

Ingressos:
Inteira — R$ 230,00
Solidário — R$ 140,00 *
Meia — R$ 115,00 **

* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.
** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.

Pontos de venda:

Online: www.ticketbrasil.com.br (em até 12x no cartão)

Lojas:

SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA:

Multisom — Andradas, 1001.

COM TAXA DE CONVENIÊNCIA:

Banca 12 — Mercado Público.

A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.

Fleshgod Apocalypse

Formado em 2007, o Fleshgod Apocalypse é vanguarda no movimento da música extrema na Itália. Nenhuma outra banda na história do país se apossou e inovou o death metal como eles.

Inspirado por grandes nomes como Morbid Angel, Deicide e Cannibal Corpse, e pegando ainda influência de renomados compositores como Franz Joseph Haydn, Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig Van Beethoven, o grupo criou um som poderoso.

Até o momento, o conjunto lançou quatro discos e se prepara para colocar no mercado, em 24 de maio, o quinto registro de estúdio, Veleno (veneno, em italiano).

O trabalho mostra amadurecimento e um direcionamento musical ousado em 11 composições. “Veleno é o álbum mais espontâneo que já fizemos. Sempre fomos super-honestos com nossa música, mas isso não significa que você seja completamente espontâneo. Por exemplo, nunca gravamos uma única nota sem termos 100% de certeza de que era a melhor para os nossos ouvidos. Mas deixar a inspiração fluir livremente, sem qualquer tipo de restrição, é totalmente outra história.

Quer dizer, nós definitivamente experimentamos em algumas músicas do passado, mas às vezes é quase como se você precisasse se censurar, por assim dizer. Alguns dias você tem uma ótima ideia, mas, por algum motivo, você acha que é “demais” para a sua música e a joga fora.

Então, a falta de limites, a experimentação completa, um processo inevitável de redescobrir nossas raízes. Tudo isso nos levou a mais bela música que já produzimos. Tenho certeza de que as pessoas vão amar Veleno tanto quanto nós”, afirma o multi-instrumentista Francesco Paoli.

O disco de estreia foi Oracles (2009). Com destaque para a faixa de abertura, In Honor of Reason, o material fez a banda tornar-se aclamada na Europa. Contudo, foi o álbum seguinte, Agony (2011), que transformou os italianos em maestros do death metal orquestral. Por meio do uso de instrumentos de sopro, cordas e percussão, o Fleshgod Apocalypse foi além do death metal técnico, ampliando a paleta sonora.

Álbuns como o épico Labyrinth (2013) e o ultra-ornamentado King (2016) seguiram elevando a tendência do grupo para aberturas inspiradas em Bach e Beethoven, combinadas com sons extremos e brutais.

Wolfheart

Tuomas Saukkonen, veterano do metal finlandês, chocou a todos em 2012 com o anúncio de que deixaria de lado todos os projetos envolvendo som pesado. Após anos despejando sua criatividade em bandas muito numerosas para contar, desde o final daquele ano, Saukkonen concentrou-se em apenas uma empreitada musical, o Wolfheart.

O disco de estreia, Winterborn (2013), já revela uma abordagem melódica e esperançosa, acústica e frágil, apostatando em um black/death metal com toques atmosféricos. O músico gravou e lançou o debut inteiramente sozinho, tocando todos os instrumentos e fazendo todos os vocais. Mika Lammassaari (Eternal Tears Of Sorrow, Mors Subita) foi o único convidado, tocando solos de guitarra.

O registro foi bem recebido por público e crítica, marcando excelentes classificações nas resenhas da mídia especializada. Para coroar a boa fase, Winterborn foi eleito o melhor álbum de estreia de 2013 na pesquisa anual Record Store Äx customers.

Em 2014/2015, a banda foi para os palcos, nacionais e internacionais, com a primeira turnê europeia. Tóquio também esteve no roteiro. Além disso, passou por grandes festivais europeus. Em 2015, ainda foi lançado o segundo registro da carreira, Shadow World.

No início de 2016, foi iniciada a pré-produção do terceiro disco nos lendários estúdios Petrax (Children of Bodom, HIM, Korpiklaani etc). Apenas alguns shows do festival foram reservados para quebrar o ciclo de gravação, mas o foco foi intenso e o lançamento do álbum Tyhjyys ocorreu em 2017. O álbum recebeu dezenas de avaliações bem cotadas em todo o mundo.

No início de 2018, o Wolfheart se apresentou nos lendários festivais 70000tons de metal cruise (EUA) e Nordic Metal Cruise (SWE), além de passar pelo Ragnarök, na Alemanha.

Em 2018, o grupo assinou contrato com a Napalm Records. A banda lançou seu quarto álbum Constellation Of The Black Light em setembro do mesmo ano.

Informações:
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