Jake E. Lee conta por que se sentia uma nota de rodapé na carreira de Ozzy Osbourne

O virtuoso guitarrista Jake E. Lee, 68 anos, substituiu o falecido Randy Rhoads na banda solo do já saudoso Ozzy Osbourne. O músico gravou dois discos com o Madman: Bark At The Moon (1983) e The Ultimate Sin (1986), e entrou para sempre no seleto grupo dos maiores artistas da cena pesada.

Mas, mesmo assim, ele se sentia como uma nota de rodapé na carreira de Ozzy Osbourne. Em entrevista ao podcast Talk Is Jericho, Jake refletiu brevemente sobre o assunto.

“Aquela semana no Back To The Beginning foi ótima para mim”, comemorou Lee. “Talvez uma das melhores semanas da minha vida. Cheguei lá me sentindo como uma nota de rodapé, talvez até uma nota de rodapé quase esquecida: ‘Ah, sim, vamos colocá-lo lá também’. Mas todos me trataram com tanto respeito e recebi muito incentivo e apoio de todos. Isso me fez sentir especial”.

Quando perguntado por que se sentia como uma nota de rodapé, ele disse: “Bem, eu não sou muito mencionado em documentários e coisas sobre o Ozzy. No Rock And Roll Hall Of Fame não teve nenhuma foto”.

Jake completou falando sobre o convite de Tom Morello para formar o time de convidados do derradeiro show do Black Sabbath.

“Quando o Tom ligou, eu não sabia o motivo. Eu não o conhecia. Mas quando ele me ligou e disse que não imaginava o evento sem mim, eu topei. Nem que seja só para estar lá pelo Black Sabbath, com todos os membros originais, show de despedida. Eu faria só por isso. Eu até trabalharia como técnico de som para alguém”.

No Back To The Beginning, que rolou no comecinho de julho em Birmingham, Reino Unido, Lee subiu no palco para tocar duas músicas: The Ultimate Sin e Shot In The Dark.

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