“Os filmes acabaram e a janela para o rock n’ roll está se fechando”, analisa Blackie Lawless (WASP)

Muitas pessoas, inclusive da cena pesada, já declararam a morte do rock n’ roll. Essas pessoas alegam que não há mais novas e grandes bandas no mercado, dessa forma, é um setor que ainda se agarra aos antigos nomes como Iron Maiden, Metallica, AC/DC e Guns N’ Roses para lotar estádios e arenas.

É verdade que os tempos do rock em figurar em reclames de cigarro, refrigerantes e em trilhas sonoras de atrações populares já passaram. Tirando os medalhões, o estilo se mantém vivo e pulsante em paragens mais underground, o que não é nenhum demérito.

Em conversa com a revista Metal Hammer, o veterano Blackie Lawless (WASP) analisou a cena rock e o seu prognóstico não é tão animador.

“Os filmes acabaram, a música certamente também se foi”, afirmou o roqueiro. “A janela para o rock n’ roll está se fechando. Se ele sobreviverá ou não, todos nós precisaremos de uma bola de cristal para ver”.

Apesar da fala meio pessimista, Blackie encerrou afirmando que a música ainda importa: “É a mais misteriosa das artes. Eu sei que soa piegas e clichê, mas tem um efeito que pode levar as pessoas às lágrimas. É como um truque de mágica: elas não sabem como os músicos fazem isso. Bem, vou contar um segredinho: nós também não sabemos”.

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