Anos atrás o Helloween fez o que os fãs sonhavam mas já tinham perdido a esperanças de um dia se realizar: ter Michael Kiske de volta ao time. Isto não só aconteceu, como também ganhou o adicional da presença do Kai Hansen, primeiro frontman do grupo.
A união de forças rendeu dois álbuns de estúdio: Helloween (2021) e Giants & Monsters (2025) e turnês ao redor do mundo.
Em entrevista ao podcast Meet My Guest, Andi Deris, substituto de Kiske, comentou que adora o fato do Helloween ter dois vocalistas. Para ele, “isso é puro luxo”.
“Ter mais de um cantor ajuda muito, porque compartilhar significa mais conforto. Compartilhar significa ter um pouco mais de pausas para se acalmar, então deixo o Michael cantar a música dele e eu fico bem de novo depois de cinco minutos e consigo me apresentar muito melhor do que se tivesse que continuar sem uma pausa”.
Deris continuou: “Esse é o luxo de ter dois cantores. Michael sempre diz que temos dois cantores e meio. Sim, mas isso é puro luxo, na verdade. Puro luxo. E isso provavelmente nos dá um passe livre para continuarmos por mais 10 ou 15 anos sem irritar o público, porque podemos compartilhar”.
“E na sala de ensaio você analisa a situação e pensa: ‘Talvez a ordem das músicas não esteja funcionando porque eu preciso de uma pausa aqui. Senão, minha voz ficará ferrada’. Todas essas coisas você pode fazer porque tem dois ou três cantores”, finalizou Andi.
O Helloween está na estrada com a 40 Years Anniversary Tour, que é, como o nome já entrega, a celebração às suas quatro décadas de vida.
Além dos clássicos, o septeto – Michael Kiske (vocal), Andi Deris (vocal), Kai Hansen (guitarra, vocal), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Daniel Löble (bateria) – toca canções de seu mais novo registro de estúdio, o décimo sétimo de sua carreira, que se chama Giants & Monsters.