O cantor Blaze Bayley começou na música em meados dos anos 1980, com o Wolfsbane. Uma década depois de seu pontapé inicial na cena metal, ele fechou uma parceria com o gigante Iron Maiden.
A união de forças foi entre os anos de 1994 e 1999 e rendeu dois álbuns de estúdio: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) – além da coletânea Best of the Beast, que saiu em 1996 e contou com o single inédito Virus.
O vocalista foi demitido do Iron Maiden em 1999 para que Bruce Dickinson pudesse fazer seu retorno triunfal ao posto que ocupou boa parte dos anos 80 e a primeira metade da década de 1990. O resto, como dizem, é história, visto que a parceria, desde então, já deu vida a seis discos inéditos.
Blaze, no entanto, não deixou por menos e partiu para carreira solo que tem álbuns poderosos como Silicon Messiah (2000), Tenth Dimension (2002), The Man Who Would Not Die (2008) e Circle of Stone (2024).
Agora, em recente entrevista à revista Metal Hammer, ele foi questionado se tem algo a provar na cena artística.
A resposta do cantor foi a seguinte: “Como artista, há coisas que quero fazer. Com Circle Of Stone, senti que realmente consegui expressar muita paixão e obscuridade, usando minha voz de uma maneira que nunca havia feito antes.
Mas já fiz de tudo: tive um single no Top 10, toquei pelo mundo todo, fiz shows em estádios e arenas. Estou vivendo meu sonho de ser um cantor profissional de heavy metal, não preciso provar nada”.