“Eu não conseguia engolir o Led Zeppelin e o AC/DC quando era moleque; odiava Back In Black”, conta Chris Motionless (Motionless In White)

É perfeitamente normal não gostar de certas bandas e estilos musicais em tenra idade, afinal de contas, nós estamos em processo de formação dos gostos pessoais, e a maturidade vem com o tempo, as vivências e as experiências que encontramos pelo caminho.

A título de exemplo, o individuo pode iniciar a vida curtindo pop e as canções que permeiam mainstream, no entanto, com o passar do tempo, outros estilos como rock, jazz e blues podem ganhar espaço no coração e player da pessoa – e não sair mais de lá.

Até mesmo o pessoal que está no campo profissional da música estão inseridos neste esquema. Em conversa com a Revolver, o cantor Chris Motionless (Motionless In White) citou as bandas que não curtia quando era mais novo, mas que agora adora.

“Eu detestava Led Zeppelin quando estava crescendo, porque meu pai ouvia rock clássico. Eu gostava de muitas bandas, mas detestava muitas outras. E, por algum motivo, cara, eu simplesmente não conseguia curtir Led Zeppelin quando era moleque”.

Ele completou: “E o mesmo valia para o AC/DC. Então, para facilitar, vou escolher Back in Black, do AC/DC. Eu detestava essa música. E agora, mais velho, penso: ‘Isso é incrível’. Fica claro por que eles são a maior banda de rock que já existiu”.

Back In Black, que é o sétimo registro do estúdio, já bateu a marca de 50 milhões de cópias vendidas, além disso, teve um simbolismo muito grande para a banda, pois foi o primeiro trabalho sem Bon Scott, que morreu em 19 de fevereiro de 1980, aos 33 anos, devido intoxicação aguda por álcool.

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