Junto do Iron Maiden, Paul Di’Anno registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Após sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo.
Mesmo ficando pouco tempo na Donzela de Ferro, Paul deixou sua marca na história do metal. Alguns fãs até o consideram como o frontman favorito quando o assunto é Maiden.
Em nova entrevista à revista Rolling Stone, o guitarrista Adrian Smith teceu alguns comentários sobre Di’Anno, que nos deixou em outubro de 2024.
“Acho que o Paul (Di’Anno) sentia muita pressão. Ele costumava perder a voz com frequência”, lembrou Smith. “Quando entrei para a equipe, tive a impressão de que ele era um cara despreocupado e alegre. Não me pareceu um cara ambicioso e duro. Ele só gostava de se divertir”.
“Então, acho que ele ficou quase aliviado quando saiu da banda. Espero que Paul tenha tido alguma felicidade em sua vida depois do Iron Maiden”, completou Adrian.
Apesar de algumas críticas ao líder e baixista do Maiden, Steve Harris, a relação entre Paul e os caras do Iron era amistosa. Em 2023, por exemplo, o grupo o ajudou no tratamento de um abscesso pulmonar, o que fez o relacionamento entre os caras se estreitar.
Paul Di’Anno morreu no dia 21 de outubro de 2024 em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. O vocalista tinha 66 anos e estava lutando para reabilitar sua saúde.
De acordo com as irmãs do artista, Cheryl e Michelle, a causa da morte foi um rasgo na membrana ao redor do coração, com isso, o sangue entrou dentro da artéria aorta principal, o que fez o coração parar instantaneamente.
