Edu Falaschi (ex-Angra) analisa os títulos de boy band e metal espadinha: “Tem nerdice nisso”

Em recente conversa com a revista Billboard, o vocalista Edu Falaschi (ex-Angra) analisou os títulos de boy band e metal espadinha.

É importante pontuar que a ideia de boy band vem da crença de que o Angra, banda que Falaschi trabalhou entre 2001 e 2012, foi um conjunto criado por empresário, cujo objetivo era conquistar o público mais novo com seu apelo pop e melodias doces.

Já a denominação de metal espadinha vem do teor lírico e até mesmo visual que muitas bandas lançam mão em suas obras e carreiras. Histórias, contos e fábulas medievais com direito a espada, magias, fantasias e a luta entre o bem e o mal permeiam o power metal.

Dessa forma grupos como o Angra, Blind Guardian, Stratovarius, Rhapsody of Fire, HammerFall, Edguy, entre outros, recebem a denominação de metal espadinha.

E com a simpatia de sempre, Falaschi falou sobre o assunto com leveza e assumiu com total tranquilidade a designação de metal espadinha.

“Eu sou tão tranquilo com isso, porque sempre vejo pelo lado positivo. Se falam que é uma boy band, eu imagino que a gente seja bonito”, disse Edu aos risos.

“Quando dei entrevista para o Jô Soares, ele brincou: ‘Você parece a Bruna Lombardi’. Ele fez isso até para me provocar. E eu falei que era bom, porque a mulher é linda, maravilhosa. Eu não ligo, não! Acho legal”, observou.

Sobre título de metal espadinha, ele comentou: “É um termo que se usa porque temos a questão de falar sobre questões medievais. O power metal tem essa coisa de super-herói. Você vê pelas fotos dos integrantes das bandas.

É tudo meio Power Rangers. Então não tem muito o que fugir, tem que abraçar e entender que nosso estilo é esse. Eu não me envergonho, não. Acho legal fazer parte de um grupo que faz isso com paixão”.

“O fã de metal é muito passional! É um estilo de vida. Escuto Iron Maiden desde os meus doze anos de idade e nunca parei de escutar. Tem uma ‘nerdice’ nisso? Tem! Tem o lance que é engraçado, super-heróis e metal espadinha? Tem que abraçar, a gente faz isso mesmo. Não vejo problema, não. Acho legal”, finalizou em tom positivo.

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