Não é segredo nenhum que o vocalista e guitarrista do Megadeth, Dave Mustaine, é uma pessoa difícil de lidar, com temperamento oscilante e com uma certa síndrome de perseguição. Isso o faz ficar sempre pronto para o ataque e rangendo os dentes.
E como também não tem papas na língua, Dave, em entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk, contou o que acha de alguns ex-funcionários do Megadeth. A fala do músico surgiu após refletir sobre a presença de ex-colegas de trabalho na turnê final do grupo.
“O que fizemos com o Marty [Friedman – guitarra] no Japão no início de 2024 foi genial. Eu adoro o Marty. Tivemos nossa separação, ele seguiu seu caminho e nós seguimos o nosso. Mas foi uma relação muito, muito intensa que eu tive com o Marty, porque foi a primeira relação que tive com um guitarrista”.
Mustaine continuou: “Minha relação com Chris [Poland – guitarra] era ótima, mas não tão boa quanto com o Marty. A minha relação com Jeff [Young – guitarra] também era boa, mas não tão boa quanto com o Marty”.
“Dessa forma, eu provavelmente não teria problema em tocar com nenhum dos membros dessas duas formações, exceto pelo fato de que Gar [Samuelson – bateria] faleceu. Eu não vou fazer nada que possa parecer injusto com os outros membros da banda”, concluiu o músico.
Sobre o guitarrista brasileiro, Kiko Loureiro, que integrou o Megadeth entre os anos de 2015 e 2023, Mustaine não pontuou nada.
Vale lembrar que Kiko e Dave colocaram no mercado os álbuns Dystopia (2016) e The Sick, the Dying… and the Dead! (2022). Eles tocaram nos principais palcos do planeta, venderam dezenas de milhares de discos e conquistaram um Grammy de Melhor Performance Metal com a música Dystopia.
