Filme de terror ou vida de rock star? Ricardo Confessori lembra ataque de baratas em ônibus de turnê do Angra

A maioria dos músicos e bandas precisam passar por um verdadeiro calvário até se estabelecer no mercado no fonográfico. Alguns grupos, mesmo com certo renome, ainda passam por problemas de logística, infraestrutura, alimentação e hospedagem por amadorismo de suas produções e equipe gerencial ou dos prestadores de serviço.

E quem viveu experiências nada positivas na estrada foram os caras do Angra. Durante conversa com o apresentador Manoel Santos, do canal Ibagenscast, Ricardo Confessori lembrou ataque de baratas em ônibus de turnê do Angra.

“A gente sempre fazia turnês loucura, pinga-pinga de avião com horários surreais. Pegava voo três horas da manhã, ia direto para o show”, contou o baterista.

“Aí, o empresário teve a brilhante ideia: ‘Marquei todos os shows em sequência. Começa em Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, e a gente vai de ônibus. Depois a gente pega avião no final e volta para não ter aquela doideira'”.

Ele continuou com seu relato: “Chegamos na primeira data, acho que era Maceió… Era Aracajú. De Aracajú para Maceió era perto, então fomos de carro. Pegamos o ônibus em Maceió. Acabou o show de madrugada, o busão com as luzes apagadas, mas fomos entrando, colocando as malas e tal.

Daqui a pouco entra o motorista, liga o ônibus, ascende a luz e só escuta um barulho. Passou um monte de barata. A gente teve que dormir com as camisas na cabeça para não entrar barata na boca. O ônibus estava enfestado de barata. A gente viajou quatro cidades assim, naquele busão”.

“Quando as baratas se escondem… Imagina centenas delas. É tipo som daqueles filmes de terror. Foi uma das brilhantes tabajara empreendimentos”, finalizou Ricardo.

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