Apesar dos preços salgadíssimos dos ingressos, a música ao vivo superou o sexo como forma de entretenimento favorita do mundo, segundo pesquisa da Live Nation. A gigante produtora de show realizou um estudo com 40 mil pessoas em quinze países para chegar nesta conclusão – via Consequence.
A pesquisa revelou que quase quatro em cada dez pessoas em todo o mundo (39%) escolheriam a música ao vivo em detrimento de qualquer outra forma de entretenimento, se pudessem escolher apenas uma para o resto da vida.
A música, inclusive, ficou na frente dos filmes e esportes. Quando o sexo entrou na equação, cerca de 70% das pessoas disseram que ainda prefeririam ver seu artista favorito ao vivo do que fazer “amorzinho”.
“A música ao vivo não está apenas crescendo, está moldando economias, influenciando marcas e definindo a cultura em tempo real”, disse Russell Wallach, Presidente Global de Mídia e Patrocínio da Live Nation.
“Os fãs transformaram a música ao vivo no coração do entretenimento global, e agora é uma das forças mais poderosas que impulsionam a conexão e o crescimento em todo o mundo”, celebrou o empresário.
A pesquisa revelou que, para 85% do público, a música define quem eles são. E para 84%, as experiências ao vivo lhes proporcionam a “maior satisfação”.
O estudo descobriu que 93% dos fãs afirmam ir a shows porque anseiam por experiências reais em vez de virtuais. Além disso, cerca de 80% dos indivíduos preferem gastar dinheiro em experiências do que em bens materiais.
Fazendo uma observação em relação ao nosso mercado, os brasileiros estão marcando presença nos shows que aparecem por aqui. A recente turnê do Guns N’ Roses por cinco cidades foi um sucesso tremendo, por exemplo.
Os três shows que o AC/DC fará em São Paulo no começo de 2026, os quais já estão com todos os ingressos esgotados, também provam que os fãs estão escolhendo as experiências ao vivo como forma de entretenimento.