Felipe Andreoli deixa claro que nunca quis guerra ou sabotar os ex-integrantes do Angra

Fim do hiato! O Angra vai se reunir com a formação de Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria).

A volta triunfal da segunda encarnação da banda será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026.

Em bate-papo no canal do jornalista e apresentador Regis Tadeu, os músicos Rafael Bittencourt (guitarra) e Felipe Andreoli (baixo) falaram sobre as motivações da reunião, como foi processo de reaproximação em torno de Aquiles e Edu e o que esperar para o show.

Em específico sobre a reconciliação com Falaschi e Priester, Felipe falou o seguinte: “Eu nunca deixei de falar com Edu. Fiquei um tempão sem falar com Aquiles, mas já tem alguns anos que o procurei para conversar, para tentar colocar pra trás todos esses maus sentimentos. Eu quis procurá-lo para dizer que, independente do que passou ou foi dito, desejava o melhor para ele. Eu me desculpei por alguma coisa que tenha o ofendido.

Isso foi muito bom para mim! Depois desse dia, eu senti as coisas ficarem mais leves do lado dele. Acho que ele não esperava esse meu contato. Talvez na cabeça dele a gente tivesse algo contra, uma guerra, uma vontade de sabotar. Nesse dia ele percebeu que não, e as coisas foram desamarrando aos poucos”.

Andreoli continuou: “O mesmo aconteceu com Edu! A gente precisou ter umas conversas difíceis no meio do caminho para chegar nesse ponto e acertar um monte de coisas, porque uma banda é cheia de complexidades. Quando você tem um legado de álbuns é como você tivesse filhos junto com outras pessoas, e eles precisam ser cuidados. É preciso ser bem claro os direitos e as responsabilidades de cada um”.

“Isso tudo a gente conseguiu ajeitar ao longo dos anos e foi a pedra que pavimentou o caminho para chegar até esse momento de celebrar. E o que eu mais quero é subir naquele palco com esse sentimento de celebração, de vitória, por chegar nesse momento com a formação atual, que tão preciosa e importante, e com a formação que me introduziu na banda. Quero viver esses dois momentos nesse dia. Estou feliz e ansioso para o show”, concluiu o baixista.

Eis a conversa na íntegra no tocador abaixo:

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