Durante conversa com a revista Vanity Fair, o multi-instrumentista Paul McCartney abriu muitas caixas de pandora sobre a época em que integrou o quarteto mais famoso do mundo, que foi os The Beatles.
A vida pessoal de John Lennon também esteve na pauta da entrevista. McCartney contou que teve uma conversa surpreendente com Yoko Ono a respeito da sexualidade de John Lennon. A desconfiança que ela tinha era que Lennon fosse gay.
“Ela [Yoko Ono] é uma artista. Ela é excêntrica. Mas John a amava, e esse é o ponto principal. Você realmente não pode ir além disso, não importa o que você pense. Não é o meu tipo, mas juro que ela me ligou pouco depois da morte de John e disse: ‘Sabe, acho que John talvez fosse gay'”.
Paul, no entanto, garantiu que não concordou com a opinião de Ono e pontuou os motivos que o fizeram não levar a fala da moça em consideração.
“Eu disse: ‘Não tenho certeza. Acho que não. Certamente não quando eu o conheci’. Porque estávamos nos anos 60. Saíamos com muitas e muitas garotas. E eu o vi se masturbando… muita coisa com garotas. E eu dormi com o John muitas vezes, mas nunca houve nada. Nunca houve um gesto, nunca uma expressão. Não havia nada. Então eu não tinha nenhum motivo para acreditar nisso”.
“Mas havia rumores porque Brian Epstein – John foi com Brian [para a Espanha em 1963]. Mas eu vi isso como uma demonstração de poder, o que era muito a cara do John. Brian o convidaria por ser homossexual.
Eles foram para a Espanha, se divertiram. Sem dúvida, John entraria na brincadeira. Pessoalmente, eu não achava que nada tivesse acontecido. Certamente nunca ouvi falar de nada”, arrematou o artista, deixando uma ponta de mistério no ar.
